9 de dezembro de 2016
servos da terra

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8 de dezembro de 2016
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img_4648Hoje, dia 8 de dezembro, estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.
A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

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8 de dezembro de 2016
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img_4560“Integrar-se é ato permanente, mesmo sabendo que inconclusa ficará a obra, aonde quer que ela venha a chegar a qualquer momento. Em razão do limite que nos acompanha, nós trabalhamos para nos ultrapassar e vencermo-nos e aprimorarmo-nos, mesmo sabendo que, do ponto a que viermos a chegar, um resto a melhorar haverá e isto será sempre. Não te acontece isso para que venhas a te decepcionar contigo mesmo e dizer: não consigo, nada mais tenho a fazer. É, contudo, um desafio que a própria realidade coloca, de constante, para a gente. Contudo, antes de tudo, é preciso ter claro aonde se querer chegar. O horizonte é a visão do que temos sempre para o mais além da gente: quanto mais consigamos avançar, veremos o horizonte no mesmo lugar, sempre à nossa frente. Somente quando observamos a caminhada é que percebemos a quantidade e a qualidade dos passos dados até àquele momento. Nada seria se nada quiséssemos fazer; nada seria não tentar. Viver é ser, de constante, interpelado. Quando desafiados, nós avançamos. Por vezes, erramos; por vezes, acertamos. Contradizemo-nos, desdizemo-nos, mas aprimoramo-nos. Em sendo sincera a vontade, a partir de dentro, o fruto será positivo e perene.” (Pe.  Airton)

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04/12/2015

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