20 de outubro de 2017
servos da terra

19 de outubro de 2017
servos da terra

Pela madrugada, Ele me despertou.
Surgiu-me de uma forma como eu, antes, ainda não O tinha visto. Levantei-me e, logo, fiquei de joelhos.
Ele aproximou-se e disse:
“Eu já te esperava. Não por merecimento teu eu vim a ti. Lembra-te de que és o próprio oceano de miséria e sou a Misericórdia sem limites. Se eu te escolhi, deve-se tão somente essa escolha a mim. Acolhe tão só o que te digo e transmite apenas quando de for permitido. És tão só um vaso pelo qual eu desejo revelar-me onde e por quanto tempo me aprouver. Registra o que te digo: Nada terás a acrescentar nem a comentar além do que te for expressamente comunicado. Desejo que superes tua pequenez até o ponto em que a Mim estejas, inteiramente, configurado. Quando desejar humilhar-te, a fim de exercitar-te em tua paciência e humildade, eu saberei como proceder. Eu sou a misericórdia. Proclama isto e vive. Eu te quero, inteiramente, meu.
Agora, vai”.
Cracóvia, 19 de outubro de 2017, quinta-feira.

19 de outubro de 2017
servos da terra

Abstive-me de carne no ano de 1994.
Convenceram-me, depois, que “necessitaria” de proteína animal.
Então, aquela decisão foi revogada.
Anos depois, passaram-me a ocorrer motivos para abster-me inteira e definitivamente.
Estando, hoje, a 20 km após a cidade de Burgos, França, a caminho de Toulouse,
Serviram-nos, no almoço, carne de frango.
Recusei.
Motivo: Primeiramente, esse pensamento ocorreu-me:
“Para viver, é preciso que seres vivos sejam abatidos?” Respondi: Não.
Um sentimento de repulsa à carne veio-me em seguida. Por fim, esse pensamento: esses animais não puderam  se defender. Então, a decisão foi tomada: não consumirei carne.
Assim foi.
Assim será.
Em 15-10-2017

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