11 de março de 2012
servos da terra

12 (2)

Our Way of Being

Father Airton Freire

(Writings of the Earth, Vade Mecum)

Discipleship in a simple way of life being one of our main features, I personally encourage you to the following:

You must sanctify the holy name that is in you.

You need a time of silence, of prayer.

You need the sacrament of reconciliation.

At least weekly, you need to take part in a Eucharistic celebration.

You need to have a personal and sacramental life in agreement with your state of life, to recompose loss of unity.

Unity between heart and mind must exist in you, it shall give you stability in your way of acting.

Therefore, as a first step you should recompose your internal unity.

You are God’s belonging, and the areas in you that are stained by sin need to be transformed, as a condition for you to live the fullness of Truth that was consecrated for you.

“That they may be one as we are one” (John 17, 22).

The unity that must exist between us — as Earth Groups — is the third step to be observed.

I once again stress: strive to obtain and maintain Unity, both internal and external.

Whatever our work is, we must reveal the Merciful Face of God. We are servants of mercy, brothers of Holy Hope.

You are a builder of hope. The world needs testimony of the kind you can give. May the world see the reasons for your joy and your hope. Feed hope, flee illusion.

It is crucial that you shall, first of all be; in order to witness.

The world must perceive you as an integrated being.

May you reveal God’s Merciful Face.

In unity you shall be whole, undivided, and His Face shall be reflected in you and all around you.

Hence, may you be aware that whatever you do shall witness in favor or disfavor of your consecration to the Truth.

Any action opposed to the Truth shall entail great suffering, for you personally and for the whole body to which, sacramentally, you belong (see Colossians 3, 3-4).

Effective love is love enduring in concrete action.

People will believe in you as long as what you do reveals the love you profess for your Beloved One.

Be yourself the guardian of your soul’s innermost sacredness.

You may have to undergo some pruning as seasons go by, but the fruit shall be worth the pain there is in waiting.

You must be willing to seek.

This shall be your foremost mission, which is a mission of love: to live fully for Truth, for the One that consecrated Himself for you (“and for their sake I consecrate myself so that they too may be consecrated in truth”, said the Lord – John 17, 19).

Given on February 2009.


 

11 de março de 2012
servos da terra

12 (2)

Nosso Modo de Ser

Pe. Airton Freire

(Livro “Escritos da Terra, Vade Mecum)

Considerando o seguimento a Cristo como o que nos caracteriza, com simplicidade de vida, dirijo-me a ti, pessoalmente, para fazer-te as seguintes exortações:

Tu precisas santificar o santo nome que em ti há.

Tu precisas de um tempo de silêncio, em oração.

Tu precisas do sacramento da reconciliação.

Ao menos, semanalmente, hás que participar do santo sacrifício da celebração.

Tu precisas ter uma vida pessoal e sacramental condizentes com teu estado de vida, para ser recomposta a unidade perdida.

Unidade entre coração e mente há de existir em ti, o que te dará equilíbrio em teu modo de agir

Tens,  pois, como primeiro ponto: recompor a tua unidade interna.

Tu és pertença do Senhor e as áreas tuas que são marcadas pelo pecado precisam ser transformadas, como condição de que tu vivas a Verdade plena que por ti se consagrou. “Que eles sejam um como nós somos um” (Jo 17, 22). Este é o segundo ponto.

A unidade que precisa haver entre nós, enquanto Grupos da Terra, é o terceiro ponto a ser observado.

Tua práxis se dará, no mundo, pelo anúncio, diálogo, testemunho e serviço.

Servir para anunciar; anunciar para servir. Entre ambos, localiza-se o diálogo (διαλογος) com a Palavra e com o mundo e somente desta forma, poderemos testemunhar (μαρτυρειν ). Unidade interna e externa, volto, outra vez, a enfatizar.

Em qualquer que seja a obra nossa, nós deveremos revelar a Face Misericordiosa de Deus. Nós somos servos da Misericórdia, irmãos da Santa Esperança.

Tu és construtor da esperança. O mundo precisa de testemunho na ordem do que tu podes fazer. Que o mundo possa ver as razões da tua alegria e da tua esperança. Alimenta a esperança, foge da ilusão.

Imprescindível é que hás de, primeiramente ser, depois, testemunhar.

O mundo precisa perceber em ti um ser integrado. Que a Face misericordiosa possa em ti ser revelada.

Na unidade tu estarás por inteiro, não dividido, e a Face tornar-se-á refletida em ti e em teu derredor.

Que tenhas consciência, então, que teus atos favorecerão ou desfavorecerão toda a tua consagração à verdade.

Atos com a Verdade não condizentes serão motivos de grandes sofrimentos para ti pessoalmente e para todo o corpo do qual, sacramentalmente, és pertencente (cf. Cl 3, 3-4).

O amor efetivado é o amor que permanece em atos.

A tua credibilidade está em que teus atos revelem o amor que tu dizes ter ao Ser amado.

Sê tu o vigia do espaço de tua maior sacralidade.

Algumas podagens poderás, ao longo das estações, ter que suportar, mas o fruto valerá a pena a pena que há em esperar.

Hás que está disponível para alcançar.

Será esta tua primeira missão, que é missão de amor: viver a verdade plena, aquela que por ti se consagrou (“e, por eles, a mim mesmo me santifico, para que sejam santificados na verdade”, disse o Senhor – cf. Jo 17, 19).

E se, um dia, alguém lhes perguntar qual a sua espiritualidade, qual o seu carisma, qual a sua missão?

Tu vais dizer: a minha espiritualidade é aquela que brota do lado esquerdo de Cristo Jesus; é aquela que dá testemunho pela água, pelo sangue e pelo Espírito (cf. I Jo 5, 8). Os três dão testemunho da Verdade, que é o Senhor Jesus. Nós somos servos da misericórdia, dispersadores da misericórdia de Deus, por um estilo de vida, por um modo de ser, vivendo em comunhão com o Pai e Filho, no Espírito, na Igreja Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam que o Senhor fundou.

No mundo estamos para darmos testemunho da Verdade, que é Cristo Jesus (cf. Jo 14, 6), em diversos estados de vida religioso, leigo e consagrado, todos vivendo o mesmo de, seguindo o modelo e a vontade do Senhor, buscarmos a santificação pela Verdade (cf. Jo 17, 17). Em razão disso, em qualquer situação, permaneceremos em seu amor (cf. I Jo 4, 16) pautando nossa conduta pela ética da alteridade.

Em Fevereiro de 2009.


10 de março de 2012
servos da terra

12 (2)

Aos Grupos da Terra:

MA, PI, CE, PE, AL, BA, MG, ES, Marseilles, Londres e Estados Unidos

“Sem mim nada podeis fazer.”

(Jo 15, 5)

A realidade mais profunda que nós experimentamos é que nós nos modificamos com o passar dos anos, positiva ou negativamente falando. Contudo, um núcleo em nós é constante. Nós nunca somos os mesmos de tudo o que fomos antes. Existe algo em nós que está em constante mutação e que, nesta condição, pode levar a avanços progressiva e positivamente, bem como a regressões profundas, nunca imagináveis antes. A questão está na forma como tu hás de encarar determinados acontecimentos que podem te levar a superações internas ou externas. Isso pode levar a um consequente crescimento ou a evidências de algum registro no qual queiras te fixar e aí permanecer petrificado, como se à imagem daquele fato estivesses tu colado e não quisesses ou pudesses dali sair e não te permitisses, tampouco, progredir.

As mudanças mais profundas que acontecem no teu coração, com implicações em tua realização, participam de um processo de maturação, conhecimento da verdade que te constituiu e te fez ser como os fatos o têm mostrado. Há de chegar, então, o momento em que não se encontrará mais espaço para a pertinência dos limites nos quais até então tens estado. Aí, dar-se-á um salto. Mudanças profundas assim outros já experimentaram, podendo viver e participar de uma realidade que traz a marca constante de ser em si mesma insuficiente. A falta estará, em qualquer realidade, presente. Superações, portanto, hão de ser a necessidade, para que se revele o  traço seu mais permanente.

A realidade mais profunda que nós experimentamos é que nós nos modificamos com o passar dos anos, positiva ou negativamente falando, como já dissemos anteriormente. Mas como em toda culminância há um declínio ou crescimento antecedente, mudando-se a dinâmica, permanece a marca dos avanços ou recuos na realidade basilar, esta estrutural, através dos tempos.

Pe. Airton Freire

Multimídia Terra


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