13 de Fevereiro de 2012
servos da terra

12 (2)

Aos Grupos da Terra:

MA, PI, CE, PE, AL, BA, MG, ES, Marseilles, Londres e Estados Unidos

“Tudo o que fizerdes por palavras ou ações, fazei-o em nome do Senhor Jesus, por ele dando graças a Deus, o Pai.”  (Cl 3, 17)

A aridez da alma tem lugar a cada vez que tu te sentes desamparado e, por algum motivo, todo o teu ser se ressente, como se estivesse em mau estado. A aridez da alma pode acontecer rara ou frequentemente, a depender do equilíbrio que tu mantiveres entre coração e mente. A aridez da alma pode te levar à purificação, mas também a fazer procuras que costumam ser em vão. A aridez da alma pode te levar a fazer uma travessia (purificadora) ou jogar-te à revelia (desinstaladora), a depender da forma como tiveres de encarar os acontecimentos, em atos (in)consequentes.

Tudo pode ser considerado, avaliado, a partir do teu posicionamento. É ele que vai assinalar se o mesmo fato terá marca do que vem positiva ou negativamente, e sobre isso não podes tu te enganar.

Há certas coisas que não podem mais continuar e outras que não se podem mais protelar. Quer por terem sido proteladas, quer por terem sido em algum ponto quebradas, consequências, serão, em breve, experimentadas. Em tudo, contudo, ficam marcas que se assemelham  ao que vem por  atos impensados ou não suficientemente avaliados.

Vindo a aridez te visitar, hás que te precaver para, em nada, precipitares-te. Mas, nas consolações, tempo em que aridez não há, a tua alma pode, inutilmente, deslumbrar-se, antecâmara do que pode também te desviar. Hás que, primeiramente, estruturar-te, ou seja, integrar-te, para não teres que cometer equívocos, deslizes, quando tiveres de tomar uma decisão. Quer esteja tua alma consolada ou, em aridez, desolada, hás que administrar o momento presente do que estejas vivendo, a fim de que o fruto seja a maturação de teu ser, por inteiro, na travessia que é a vida de quem, em oásis, dunas e desertos, caminha. O rumo há que se manter. Perde-se quem o começa a perder. Importam menos alegrias e sofrimentos que o fruto consequente. Tanto aridez como a consolação podem levar a quedas como a soerguimentos, enlevos e abatimentos, a depender do rumo dado em determinado momento.

Pe. Airton Freire

13 de Janeiro de 2012
servos da terra

12 (2)

Aos Grupos da Terra:

MA, PI, CE, PE, AL, BA, MG, ES, Marseilles, Londres e Estados Unidos

“Esquecido do fica para trás, lanço-me para o alvo.” ( Fil 3, 12 )

Com dúvidas e certezas, em tua vida, haverás de conviver. Hás, contudo, que ponderar e entender, a fim de que as certezas não te levem a ufanar-te, nem as dúvidas a paralisar-te, como é comum acontecer. Ufanar-se equivale a inebriar-se. E aqueles que se inebriam, não tendo equilíbrio, acabam por cair ou se perder. As tuas dúvidas, dunas que são, ao longo de tua vida, haverás de ter. Elas te levarão a aprofundar tuas certezas, a não as absolutizar, a fim de que não caias nas antigas valas, mas a agir com serenidade e firmeza. Dúvidas e certezas, a depender da forma como vieres administrar, poder-te-ão amadurecer e fazer-te crescer. Todavia, vindo a se tornar perdido teu equilíbrio, no precipício do que não te dará abrigo, serás lançado. Deserto, então, a partir daí, constituir-se-á viver sem sentido, fazendo da dúvida crença, como assim fazem os que vivem isolados.

Confundindo razões e sentimentos, viverás em turbilhões, qual areia e vento, sem destino certo aonde tudo isso te levará. Razões, na vida, haverás sempre de dar, mesmo para o que razão nenhuma haverá. Vindo isso acontecer, distante da estrada que leva aos oásis, começarás a te mover. Até para motivações não claras, quando um querer quiser se impor, razões aí, de certo, haverá para “explicar” e mostrar que a verdade ao teu lado nisto está . É “nisto” que de perdas haverás de te acompanhar. E se te identificares com tuas dúvidas, não procurando as razões primeiras do que te faz duvidar, a água, a que vem da fonte e alimenta mananciais, poderá te faltar. Duvidando, a ponto de acreditar que, na dúvida, reside o sentido, fazendo da fé desmentido, incorrerás em superposições de contraditórios, a mercê do ilusório, o que em nada resultará. Perderás, então, o equilíbrio e darás ao que dispersa um valor indevido, no que reside grande perigo. Maior, contudo, é o que, primeiramente, dentro de ti estará. Pois, se com dúvidas e certezas, ao longo de tua vida, poderás, muito bem conviver, o que não podes é o senso de orientação vir a perder, início que seria da perda do sentido de viver. Longa travessia, em desertos, assim, iniciarias e, sem rumo, a lugar algum chegarias.

Se não vieres bem te administrar, não saberás, no momento devido ou nos inesperados, como bem te haver. Isso quem viver verá: dúvidas e certezas, na vida, sempre terás. Importa, pois, como em equilíbrio constante se manter.

Pe. Airton Freire

Páginas: 1 ...11121113111411151116

Multimídia Terra


Fatal error: Call to undefined function pg_connect() in /home/funda153/public_html/blog/wp-content/themes/terra_antigo/sidebar.php on line 96