30 de novembro de 2012
servos da terra

“Vemos Jesus, assim relata Mateus (caps 5-9) no sermão da montanha, pregar uma nova ordem, anunciando a chegada do Reino. Nele, os pobres se reconheciam e o seguiam. “Um grande profeta surgiu entre nós; Deus olhou para o seu povo”, se dizia (Lc 7, 16). Quando interrogado pelos discípulos de João, ele anunciou: “os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres…” (Mt 11, 5). E na Sinagoga de Cafarnaum, lendo o profeta Isaias (61, 1-3). Lá estava escrito: “o Espírito do Senhor está sobre mim e Ele me consagrou para enviar a boa nova aos pobres, para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor!” Ele completou dizendo: “tudo o que acabo de dizer, acaba de ser cumprido” (Lc 4, 18-19).

Como um pastor cuida de seu rebanho, o Senhor tinha zelo pelos seus. Dizia ser esta a vontade do Pai: “que não se perca nenhum daqueles que o Pai lhe havia dado” (Lc 6,  38). Ele ensinava que, quando se orasse, que se pedisse a vinda do Reino e que se fizesse sua vontade na terra, “ assim como ela se faz nos céus” (Mt 6:10; cf. Lc 11:2).

Usou, muitas vezes, parábolas para se comunicar com o povo que o acompanhava, explicando-lhes o Reino. Dizia ser ele como a semente que pode ser arrebatada, sufocada por ervas daninhas, ou crescer e amadurecer e produzir uma boa colheita (Mt 13, 3-9, 18-30, 36-43; cf. Mc 4, 3-20; Lc 8, 4-15). O reino de Deus coexiste com o mal. O reino, como o grão de mostarda (Mt 13, 31-32; cf. Mc 4, 30-32) e como o fermento, cresce de algo pequeno e se torna uma grande obra em todo o mundo (Mt 13, 33; cf. Lc 13, 0-21). Também é como um tesouro escondido num campo (Mt 13, 44) e uma pérola excelente (versículo 45), que vale todo o esforço de obtê-la. O reino é como uma rede que pesca tanto peixes bons como ruins (versículos 47-50). “

Pe. Airton Freire

(Texto do Livro “Aos Formadores da Terra”)

 

30 de novembro de 2012
servos da terra

29 de novembro de 2012
servos da terra

“Se for preciso arrancar o que não corresponde ao que melhor tenho plantado, arrancarei. Se for preciso mudar a mim mesmo para que um projeto em curso não seja prejudicado, mudarei. Se for preciso colocar ou retirar elementos do conjunto do que estou vivendo, assim farei, para que eu não viva um tempo de repetição ou de lamentação pelo que não foi feito e que me traz sofrimento até os dias de então.”

Pe. Airton Freire

(Texto do Livro “Quando Vale a Pena”)

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