21 de setembro de 2018
servos da terra

“Mãe de Jesus, teu filho é Divina Graça de Deus; és, portanto, Mãe da Divina Graça, tu estiveste sempre presente, do nascimento até a cruz, no primeiro e pleno sim que em ti se realizou, passando por toda tua vida, desde o nascimento, indo além do momento em que o recebeste, sem vida, em teus braços, passando pelo Pentecostes, até o final. Tu és a mesma mãe que permaneces à casa do Senhor, formada por tantos membros, sendo o teu filho a cabeça do corpo que formamos. Tu és, Maria, parte deste corpo também. Tu que és plena de graça, aquela que nos foi dada por mãe junto à cruz, permanece em nosso meio até a vitória final quando Cristo dobrará, em definitivo, todo mal e, finalmente, seremos todos nós, vosso povo (e vós convosco) acolhidos como a Nova Jerusalém Celeste.” (Pe. Airton)

29 de maio de 2018
servos da terra

“Mãe Santíssima,

Como foste com João Evangelista para sua casa, entra em nossas moradas também.

 Transforma essa realidade, tantas vezes dada em água, no melhor da festa, no melhor momento, quando nada mais de esperança em nós resta.

 Dai-nos a alegria de não sermos decepcionados.

 Acompanha-nos nesta caminhada como acompanhastes a de vosso Filho, Jesus.

 Ensina-nos a falar, quando precisar; a nos calar, quando se fizer necessário.

 A guardar no coração as palavras que nem sempre entendemos.

 Permite-nos ficar com os discípulos de Jesus, até que venha o consola(dor), o paráclito, o revela(dor). E plenos do pleno Amor, nós então viveremos; nada mais perguntaremos acerca do que nos tempo de agora, vivemos e sofremos.

 Mas porque, e no devido momento nos será revelado, a razão pela qual viemos ao mundo,

 a razão de sermos e vivemos, no que se tornou-se comum chamar “vale de lágrimas”, dá-nos a

 alegria do encanto do primeiro encontro, dá-nos uma razão para viver, chorar, sorrir e até morrer.

 Dá-nos ir com Jesus até o fim, até a cruz, porque se com Ele vivermos, com Ele caminharemos; se com Ele morrermos, com Ele também ressuscitaremos.

 Por isso, dizemos: Mãe da Divina graça, fica conosco; antecipa a hora da graça como foi

 antecipado em Caná, e dá-nos conhecer e fazer tudo o que o vosso Filho Jesus nos ensinar.”

(Pe. Airton)

3 de maio de 2018
servos da terra

“O último momento em que, de Maria ouvimos falar ou lemos, foi quando, novamente, o Espírito do Senhor, desceu sobre a igreja nascente. Os apóstolos que reunidos estavam no Cenáculo – ao vir o Espírito do Senhor em forma de linguetas de fogo, sobre a Igreja nascente – cheios de incertezas, trancafiados, com medo de serem atacados, entrincheirados, emparedados. Estavam ali também as pessoas mais próximas de Jesus ao longo de seu ministério, homens, mulheres e parentes próximos do Senhor, os chamados seus irmãos; entre eles, Maria estava como sempre esteve, ao lado de seu filho. Ela continuava a guardar no coração tudo o que a Jesus se referia, como desde os tempos de Nazaré ela o fazia, embora nem tudo fosse por ela compreendido. Tinha, contudo, essa certeza, como todos os que em Deus haviam posto sua esperança: O Senhor cumpriria o que havia prometido. Tendo sido ela a primeira a acreditar na Palavra que lhe fora anunciada, continuava ali a testemunhar, com sua própria vida e presença, a fidelidade do Altíssimo à descendência de Abraão.” (Pe. Airton)

Páginas: 12345... 17»

Multimídia Terra


Fatal error: Uncaught Error: Call to undefined function pg_connect() in /home/funda153/public_html/blog/wp-content/themes/terra_antigo/sidebar.php:96 Stack trace: #0 /home/funda153/public_html/blog/wp-content/themes/terra_antigo/index.php(86): include() #1 /home/funda153/public_html/blog/wp-includes/template-loader.php(74): include('/home/funda153/...') #2 /home/funda153/public_html/blog/wp-blog-header.php(19): require_once('/home/funda153/...') #3 /home/funda153/public_html/blog/index.php(17): require('/home/funda153/...') #4 {main} thrown in /home/funda153/public_html/blog/wp-content/themes/terra_antigo/sidebar.php on line 96