12 de setembro de 2017
servos da terra

Oração:

Espírito Santo de Deus

Vinde sobre mim.

Defendei-me, neste combate.

Afastai  para longe de mim todas as forças do mal.

De todo espírito de trevas defendei-me.

Dos meus inimigos ocultai-me e que eu nunca me separe de vós.

Eu vos peço, nesse momento, agora e sempre.

Amém.
(Padre Airton Freire)

22 de agosto de 2017
servos da terra

“Senhor, eu farei silêncio a cada vez que tiveres de falar. Eu falarei a cada vez que, no meu peito, arder a chama de contigo me comunicar. No silêncio, eu te escutarei; na suavidade da brisa, eu te ouvirei. Podes fazer entrada nas regiões mais secretas que tenho em minha alma e, ali, poderás ficar, falar ou te calar. Só te peço que me dês a graça de nunca vires a me deixar, pois, mesmo no silêncio, eu te ouvirei, e, se minha fala não me ajudar, calar-me-ei, desde que em mim possas reinar. Toma para ti tudo o que de ti recebi. Purifica-me, em teu amor silencioso, harmonioso, gratificante, santificante, e que eu não me afaste de ti um só instante, por temor de vir a te perder, por medo de me perder. E, onde quer que eu esteja, aonde quer que eu vá, que possas ali me acompanhar. Silenciarei para não falar de mim. Silenciarei para ouvir de ti. Silenciarei para que meus atos falem mais alto e para que não se torne falso o que eu vier a dizer de ti. Que me acompanhes em todo o meu agir. Silenciarei porque convém que somente tu possas falar, e a mim, que sou teu servo, convém te escutar. E se eu vier a falar, que eu fale sobre ti, jamais de mim, porque falar de mim a nada vai levar, a nada conduzirá, a ninguém salvará, nada manifestará, nada será. Que tu fales, que eu me cale, pois, no meu silêncio, falarás por mim. Será assim: guardarei silêncio daquilo que me for confiado. Toda fala colocarei, de antemão, aos teus cuidados. Que a palavra passe antes pelo tempo de maturação, porque palavras ditas e pouco refletidas podem levar à saturação, e isto não cria laços, não cria vínculo de perenidade; aliás, causa divisão, enfatiza desigualdades. Não me moverei, para que o barulho dos meus próprios pés não possa perturbar. Tuas pegadas, e somente elas, convém-me trilhar. Confiarei em ti e tudo poderei ousar, por te seguir, até quando e onde quiseres, no tempo em que te convier. Que junto a ti eu possa estar, nesta terra que me deste para ficar, ou ainda quando eu passar para o lado de lá.”
(Pe. Airton)

27 de junho de 2017
servos da terra

“Farei chegar aos Céus que espero o momento da revelação de Deus em minha vida, como quem espera as primeiras chuvas que chegam à terra e pelas quais há muito se ansiava. Eu peço ao Senhor a graça de que Ele serene os ânimos, como as primeiras chuvas vêm serenar o calor e trazer esperança à terra; que Ele traga quietude na turbulência e que, com as chuvas, voltem os pássaros a ocupar os antigos ninhos deixados. Que os desertos surgidos ao longo da estiagem possam, novamente, ser povoados. Que o Senhor, que me acompanha e que me conhece, mande a Sua graça sobre mim, para os lugares áridos, desertos, em qualquer instância de minha vida, de minha personalidade ou pessoalidade. Que Sua presença tão esperada, tão almejada, chegue e refrigere esta minha alma cansada, abatida, açoitada. Que o Senhor faça o Seu orvalho descer sobre nós. Que nós possamos conhecer, após contínuos entardeceres, uma manhã serena, um dia tranquilo, dias tranquilos em continuidade, até em recompensa a toda a dor suportada, a toda a espera promulgada, encerrada com a presença do Senhor que vem para ficar, para junto de ti estar, para não mais te deixar. Pois, Ele é o Senhor: o santifica a dor, o restaura a dor, o modera a dor; o salva a dor. Eu vou pedir, novamente, ao Senhor, que Ele orvalhe sobre mim, refrigere a minha alma e não me deixe largado assim. Que eu possa exultar, alegrar-me tão simplesmente ou até sobretudo pela graça da filiação, a graça de saber que, acima de tudo, há um Pai que está nos Céus e que me deu o seu Filho como irmão.” (Pe. Airton)

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