19 de março de 2017
servos da terra


José, “homem justo” (Mt 1,19), decidiu-se, certa vez, por realizar um ato de desistência, “em segredo” (idem).  Desistiu. Assumiu a família (esposa e filho) e cooperou, ao fazê-lo, com o plano de Deus. Reverteu, portanto, uma situação por causa de sua decisão. Sua justiça aliou-se ao bem. Do temor  de “receber” (Mt 1,20) aquela que  o Senhor lhe havia dado, Maria, e o que nela estava sendo gerado, Jesus, que tinha por missão “salvar seu povo de seus pecados” (Mt 1,21), José saiu de seu estado de estar sozinho (“não é bom que o homem esteja só”- Gn 2,18) e constituiu uma comunidade familiar com Maria e o menino.

Precisava José “despertar do sono” e fazer como o “Senhor lhe ordenará”. Teria José que constituir uma família, com Maria, e recebê-la “como esposa” (Mt 1, 24), reconhecendo era do “Espírito de Deus” o que com ela se passava. Maria gerava. A José gerir a família competia.

Por sinais, mensagens, o Senhor fala. Ele, o Altíssimo, faz despertar a quem se dispõe a escutá-lo. Ao lhe ser dito “tu o chamarás pelo nome de Jesus” (Mt 1,21), tinha José por missão dar nome ao Filho. Estava definido o lugar que era unicamente seu, o de ser pai daquele que, gerado no Espirito, tornava-se, ele próprio, “Deus conosco” (Mt 1,23).

Não há em José palavras. Os atos falam. Ele nada diz, nada promete, mas escuta, assume e realiza.

“E tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor.” (Mt 1,22)

Pe. Airton Freire

25 de dezembro de 2016
servos da terra

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“E, na ternura do Menino Deus, um sentido para os que viviam à margem passou a existir; os que viviam sem esperança puseram de lado tristezas e ânsias; o amor, entre nós, passou a existir. A esperança do Menino Deus, trazida no presépio de Belém, irradia até hoje, e a humanidade, olhando para a ternura dele, aprende novamente a cantar e a viver o sentido de viver por amar. Deus habitou entre nós para desatar os nossos nós, para nos mostrar o sentido mais profundo de existir. O Menino nos questiona e nos convida a pensar e a repensar a partir de que lugar estamos vivendo, movendo-nos, existindo, dizendo e fazendo. Por isso, nós cantamos todos os anos e renovamos a nossa esperança no Deus que se fez Menino.”

Pe. Airton Freire

7 de dezembro de 2016
servos da terra

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