9 de março de 2017
servos da terra

“Sem que aja um gesto teu até lá, ficará a tua caminhada inconclusa e os objetivos teus de superação de limites em várias áreas não serão conseguidos.
Guarda bem o que te digo.
Ainda é tempo.
Há tempo que alguém bate à porta e tu não abres.
O que tens a fazer, tu já sabes?
Mas, estás protelando.
Eu estou aqui.
Ainda aqui.”
(Pe. Airton)

6 de março de 2017
servos da terra

“Que as esperas não fustiguem a tua alegria. Que a dor do não acontecido não te bloqueie os sentidos e percas o que há de mais valioso na vida, como a alegria. Repito o que já disse em outras ocasiões: tu és a melhor parte de tudo que te aconteceu até este momento; pois, nenhum acontecimento teria valor para ti se aqui não mais existisses. Valor, contudo, haveria se fosse dada continuidade ao que plantaste, pensando no bem daqueles em quem pensaste, ao por em execução o que criaste. A depender de teu olhar, de um ângulo diferente, poderás enxergar coisas que até então não conseguirias ver. Se tu te dispuseres a mudar de lugar, verás o mesmo de um outro ângulo na perspectiva de novos horizontes, que são possibilidades outras. Não te convém insistir em repetir, o que já deu mostras de que não vale continuar da forma como até então se costumava administrar. Alarga o olhar e os teus horizontes se modificarão. Mas, lembra-te: malgrado tenhas pouco ou muito caminhado, o horizonte permanecerá para ti no mesmo lugar, como para te desafiar a não parar e superar-te sempre onde quer que tenhas chegado. O horizonte quer te mostrar que, mais além do que conseguiste, ainda tu poderás alcançar.” (Pe. Airton)

3 de março de 2017
servos da terra

“Se for para recomeçar, que seja em princípios bem claros, vivendo o que foi adquirido com as experiências do passado.

Se for para recomeçar, que seja, tão somente, na verdade.

Se for para recomeçar, que não seja para voltar a novamente chorar o leite derramado; mas, para seguir em frente, vivendo um novo momento, que a própria vida nos destinou a viver com largueza, com beleza e em verdade.

Se for para recomeçar, que não seja para repetir erros do passado, que seja para estar aberto a mudanças propostas pela própria realidade, em princípios bem claros, em firmes fundamentos, sempre.

Se for para recomeçar, que seja assim tão somente, na reciprocidade, para que o projeto seja alimentado na verdade, a fim de que tenha continuidade, na espontaneidade.

Que o recomeço já não nasça sob o signo da coerção, forçado. Há de ser espontâneo e vivido, de forma firme, segura e serena, sabendo que a verdade, somente a verdade, restituirá a unidade onde quebras tenham havido em algum momento.”

(Pe. Airton)

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