16 de novembro de 2017
servos da terra

“Há coisas que, uma vez acontecendo, são irreversíveis. Se mudanças de planos, em tua vida, vierem a acontecer, olha para a frente, encara a situação e guarda, de todo e qualquer passado, apenas a lição. Não sejas saudoso desta ou daquela situação. O teu presente é melhor que qualquer passado. Não te faças de rogado, pois, para ganhar, muitas vezes é preciso ter que perder. Se mudanças, em tua vida, estiverem acontecendo, guarda contigo o que estou te dizendo: não venhas tu a te perder por não saberes como lidar com o que estás a viver. Volto a repetir coisas que, antes de mim, já ouviste dizer: que não venhas tu a te perder nem pela frieza da razão nem pela tirania da paixão, mormente aquelas que acometem os corações. Confia no Senhor. Coloca nEle toda a tua esperança, e Ele dará fim a toda ânsia. Se nEle, na verdade, vieres a acreditar, tu verás o que o seu amor, em ti, é capaz de realizar (sobre isto, já me ouviste falar).” (Pe. Airton)

15 de novembro de 2017
servos da terra

“Em tua vida, tu poderás encontrar felicidade à medida que se estabelecer entre teus atos e pensamentos uma tal reciprocidade que nada de essencial fique de lado. A tua felicidade consistirá em te perceberes realizado acerca do que na tua vida faz sentido, daquilo que de essencial não deixaste de lado. Se alguém na vida já disse que felicidade se faz por momentos, eu te digo que felicidade maior não existe mesmo no sofrimento do que viver por um sentido vivendo consequentemente. A tua felicidade não consiste no quanto tu possas fazer, muito menos no quanto tu possas ter. A tua felicidade consiste em que tu, enquanto ser em constante devir, transborde teu compromisso desintessado na relação Eu-Tu, por uma maneira de viver, num jeito de perceber, numa forma de encarar, numa maneira de ser e de testemunhar, coisa que nada nem ninguém de ti poderá tirar. A tua felicidade consiste em viver laços de reciprocidade. Levando a tua prática baseada numa ética de alteridade, a tua vida se tornará plena de sentido, porque, a partir do outro, mesmo na sua diferença, tu poderás crescer com quem mais próximo ou distante estiver de ti, guarda bem o que te digo. Vive, pois coerentemente todos os momentos da tua existência – não te percas disso em nenhum momento; guarda isso com sabedoria em forma de ciência. A tua felicidade consiste em viver o que dá sentido e não em fazer dos teus atos o que as palavras, depois, farão desmentidos. Pois, desta forma, não terias porque continuar, desta forma não encontrarias felicidade mesmo que tudo a teu dispor tivesses ou tudo a teu querer pudesses realizar. Felicidade tem um nome – viver um sentido -, e o sentido acontece pela verdade plena que não desdiz os teus atos em forma de desmentido.” (Pe. Airton)

14 de novembro de 2017
servos da terra

“Aos poucos, mudanças vão acontecendo. O que antes parecia árido ou sem vida vai florescendo, e lentamente, como nas mudanças das estações, o nosso coração é capaz de se alegrar e de sentir novas emoções por coisas que antes delas nem poderíamos pensar, tampouco delas escutar. Como a terra seca e árida do sertão que recebe as primeiras chuvas, a nossa alma vai se renovando. Tanto os antigos propósitos, como as antigas inquietações e dúvidas, ao novo, espaço vão dando. Aos poucos, vamos percebendo que o novo tempo para nós estará sendo bem mais do que antes poderíamos planejar e, tão somente, por termos dado espaço à graça que por nós já procurava, por nós já ansiava e agora espaço pôde encontrar. E, nesse novo tempo que está nascendo, convém que cultivemos a esperança, que não a deixemos fenecer, pois, quando ela nasce, é como tenra planta com a qual não se tendo cuidado pode esmorecer e, na primeira oportunidade, procurar outro espaço onde ela possa, como em ti, desenvolver-se. Por isso, poderíamos então nos perguntar: quais os sinais de esperança de vida nova ou vida plena que, em nós, malgrado as dificuldades, podemos observar?” (Pe. Airton)

Páginas: 12345... 206»

Multimídia Terra


Fatal error: Call to undefined function pg_connect() in /home/funda153/public_html/blog/wp-content/themes/terra_antigo/sidebar.php on line 96