23 de setembro de 2018
servos da terra

“Foi para viver, não para rastejar, que o Senhor me fez e me quis. Isso é o que sua palavra diz: ‘Levanta-te e anda’ – por muitas vezes disse o Filho, Jesus. E para que eu me levantasse e andasse, ele em meu lugar aceitou até ser morto numa cruz. Amor que tudo regenera, verdade clara como a que espanta as trevas, ação da luz. Que eu possa ter curadas as minhas feridas. Que meu coração não se sinta embrutecido. E olhando para os dons que o Senhor me concedeu, não me faça o Senhor me tornar envaidecido. E observando as marcas que a vida me fez, não me torne eu igualmente entristecido. Que me dê o Senhor a graça do equilíbrio, de saber viver tanto em tempos de penúria como em tempos de paz. Que o Senhor transforme em risos de alegria todo o tempo que eu passei debaixo de muitos ais. E repito: que o Senhor estanque essa sangria.” (Pe. Airton)

21 de setembro de 2018
servos da terra

“Mãe de Jesus, teu filho é Divina Graça de Deus; és, portanto, Mãe da Divina Graça, tu estiveste sempre presente, do nascimento até a cruz, no primeiro e pleno sim que em ti se realizou, passando por toda tua vida, desde o nascimento, indo além do momento em que o recebeste, sem vida, em teus braços, passando pelo Pentecostes, até o final. Tu és a mesma mãe que permaneces à casa do Senhor, formada por tantos membros, sendo o teu filho a cabeça do corpo que formamos. Tu és, Maria, parte deste corpo também. Tu que és plena de graça, aquela que nos foi dada por mãe junto à cruz, permanece em nosso meio até a vitória final quando Cristo dobrará, em definitivo, todo mal e, finalmente, seremos todos nós, vosso povo (e vós convosco) acolhidos como a Nova Jerusalém Celeste.” (Pe. Airton)

20 de setembro de 2018
servos da terra

“Tempo do amor, eternidade; medida do amor, a liberdade; traço do amor, fidelidade; compromisso do amor, com a verdade. Ao sacrifício, dar-se-á o amor, se preciso for. Todavia, renascerá, sobreviverá, continuará, persistirá. “O amor jamais passará” (I Cor 13, 8). O amor é todo próprio em sua maneira de ser, em sua forma de dar-se a conhecer. O amor é único e assim permanecerá, através dos séculos, sem variação alguma quanto ao que continuará sendo. Expressar o que amar significa, só os que verdadeiramente amam poderão vir a saber. Amar é, sobretudo, uma forma de ser e de viver.” (Pe. Airton)

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